Anãs Brancas
Pesquisadores descobriram que forças de maré em anãs brancas binárias em órbita apertada geram calor interno significativo, fazendo com que as estrelas se expandam e atinjam temperaturas inesperadamente altas. Esse fenômeno desafia modelos anteriores e pode explicar o início precoce de interações cósmicas como supernovas. Os achados vêm de um estudo liderado pela Universidade de Kyoto.
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Um novo estudo sugere que a relatividade geral de Einstein poderia impedir que o aquecimento de maré desestabilize planetas rochosos nas zonas habitáveis apertadas de anãs brancas. Pesquisadores descobriram que a precessão orbital causada pelos efeitos da teoria pode desacoplar planetas internos de companheiros maiores, permitindo que a vida persista por trilhões de anos. Isso desafia modelos anteriores que previam efeitos de estufa descontrolados em tais mundos.