Jalooni Blackshear, um agente penitenciário do Alasca, foi condenado a 150 anos de prisão na terça-feira pelos assassinatos de sua esposa e de sua filha.
Jalooni Blackshear declarou-se culpado de disparar contra a cabeça de sua esposa, Raechyl Blackshear, de 35 anos, e da filha do casal, Jayla, de 14 anos. Os assassinatos ocorreram em Anchorage depois que Jayla acusou o pai de abuso sexual. O Departamento de Polícia de Anchorage iniciou as investigações em 30 de março de 2022. Blackshear convenceu a esposa a levar Jayla à polícia três dias depois, em uma tentativa de retirar a acusação. Essa foi a última vez que as vítimas foram vistas com vida. Os corpos foram encontrados em 15 de abril de 2022, após Raechyl faltar a uma consulta médica. Os promotores afirmaram que Blackshear fugiu para o leste, usou os telefones das vítimas para se passar por elas e foi preso em Staten Island, Nova York. A juíza da Corte Superior, Josie Garton, destacou anos de violência física e sexual cometidos por Blackshear. Ela descreveu as comunicações dele após o crime como depravadas, cruéis e calculadas.