Angelina Jolie está a abrir-se sobre as suas cicatrizes de mastectomia dupla numa nova entrevista à TIME France, marcando a primeira vez que as partilha publicamente. A atriz, que se submeteu ao procedimento em 2013 devido a uma mutação do gene BRCA1, visa normalizar os cuidados preventivos e as discussões em torno do cancro da mama. A morte precoce da mãe e da avó pela doença motivou a sua decisão.
Queridos, Angelina Jolie está a servir conversa real e cicatrizes reais na sua mais recente entrevista à TIME France, que sai a 18 de dezembro. Para a capa, ela usa um top preto decotado, uma mão colocada estrategicamente, mas as fotos de acompanhamento? Colocam essas cicatrizes de mastectomia dupla em destaque. É um movimento ousado da ícone de 50 anos, que foi operada pela primeira vez em 2013 após descobrir que carregava a mutação do gene BRCA1. Sabem, aquele que interfere na reparação do ADN e aumenta os riscos de cancro da mama e ovário. Não parou por aí—ovários também para fora, tudo para evitar o destino que levou a sua mãe, Marcheline Bertrand, aos 56 anos, e a avó ainda mais jovem.
Jolie revela: “Partilho estas cicatrizes com muitas mulheres que amo.” E ouçam isto: “Fico sempre emocionada quando vejo outras mulheres partilharem as delas.” Diz que se juntou ao clube porque a TIME France está a divulgar informações chave sobre saúde mamária, prevenção e conhecimento do cancro. Não é só pessoal—é intencional. Depois da reação negativa que enfrentou há doze anos (a sério, algumas pessoas surtaram com a escolha dela pela vida?), Jolie está a virar o guião. Ela quer desestigmatizar isto, especialmente quando mastectomias masculinas recebem aplausos mas as femininas? Olhares de lado e estigma.
Nem todos têm acesso a este tipo de cuidados preventivos, mas para quem tem, a hesitação muitas vezes vem da censura social. Jolie? Está aqui a normalizá-lo, potencialmente salvando vidas ao provocar essas conversas difíceis. Fiquem atentos—será que a abertura dela finalmente cala os haters? 🔥