Illustration of Argentina's falling country risk index due to US-Iran agreement, featuring flag, chart, and Strait of Ormuz.
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Risco-país da Argentina cai para 425 pontos após pacto entre EUA e Irã

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O índice de risco-país do JP Morgan caiu na segunda-feira, 15 de junho, para 425 pontos-base, seu nível mais baixo desde abril de 2018. A queda seguiu o anúncio de um acordo preliminar entre os Estados Unidos e o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz.

No feriado nacional que celebra o General Martín Miguel de Güemes, os títulos soberanos argentinos em Nova York subiram em média 1 por cento. O índice de risco-país abriu em 437 pontos e fechou em 425, uma queda diária de 2,74 por cento.

O presidente Donald Trump anunciou nas redes sociais a autorização para a “abertura sem pedágio” do Estreito de Ormuz, com assinatura formal agendada para sexta-feira, 19 de junho, na Suíça. A agência iraniana Fars informou que os trânsitos estarão isentos de taxas por 60 dias.

O ministro da Economia, Luis Caputo, celebrou a notícia no X e reiterou que a Argentina aguardará um prêmio de risco mais baixo antes de retornar aos mercados voluntários de dívida. “Quando a macroeconomia está em ordem, a passagem do tempo trabalha a nosso favor”, escreveu ele.

Em Wall Street, o S&P 500 subiu 1,9 por cento e o Nasdaq 100 ganhou 3,1 por cento, enquanto o petróleo bruto West Texas Intermediate caiu 5,5 por cento, para 80,23 dólares por barril.

O que as pessoas estão dizendo

As reações iniciais no X focam na queda do risco-país da Argentina para 425 pontos devido ao acordo entre EUA e Irã que reabre o Estreito de Ormuz. Veículos de mídia e usuários observam o otimismo do mercado com a alta dos títulos e a queda nos preços do petróleo. Algumas publicações vinculam a melhora às políticas governamentais e à credibilidade restaurada, enquanto outras apenas relatam a mínima histórica desde 2018.

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