Celebratory scene in Buenos Aires financial district as Argentina's country risk drops to 513 basis points, lowest in over seven years, amid Central Bank reserve gains.
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Risco-país da Argentina cai para 513 pontos, menor em sete anos e meio

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O risco-país da Argentina, medido pela JP Morgan, fechou na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, em 513 pontos-base, seu nível mais baixo desde meados de 2018. Essa queda de 2,5% em relação a sexta-feira decorre da acumulação de reservas do Banco Central superior a US$ 1 bilhão em janeiro. Os mercados veem esses desenvolvimentos como sinais de melhoria na solvência financeira.

O índice de risco-país da Argentina registrou uma queda significativa na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, fechando em 513 pontos-base segundo o EMBI da JP Morgan. Essa figura marca o nível mais baixo em sete anos e meio, desde 13 de junho de 2018, quando estava em 507 pontos. A queda de 2,5% em relação ao fechamento de sexta-feira, 23 de janeiro, de 526 pontos, foi acompanhada por ganhos nos títulos soberanos em dólares, como GD35D com alta de 1,6% e GD46D com 1,3% na Wall Street. Os impulso positivo é atribuído à compra sustentada de reservas internacionais pelo Banco Central da República Argentina (BCRA), acumulando quase US$ 1 bilhão até agora em janeiro. Segundo dados da Rava Bursátil, o indicador começou o dia em 528 pontos e caiu gradualmente para 513. Na semana, o risco-país passou de 566 pontos em 19 de janeiro para 526 no dia 23, mostrando uma melhoria de quase 10%. O economista Federico Glustein explicou no Canal E: “O mercado está vendo o cumprimento”, referindo-se ao pagamento de obrigações e maior previsibilidade macroeconômica. Ele acrescentou que “reservas estão sendo acumuladas, quase um bilhão de dólares foram comprados até agora neste mês” e destacou o aumento das exportações em 2025 em comparação com 2024, com melhores perspectivas para 2026. A Wise Capital observou que o painel de títulos líderes acumulou um ganho semanal de 6% em moeda forte. Esse indicador mede o prêmio que a Argentina paga sobre os títulos do Tesouro dos EUA, expresso em pontos-base. Um nível de 513 implica uma taxa de juros adicional de 5,13%. Analistas da Rava Bursátil celebraram: “o mercado celebra o compromisso da autoridade monetária e o risco-país abre na segunda-feira em 516 pontos, seu valor mais baixo desde 2018.” A tendência sugere um possível retorno aos mercados de crédito internacionais, facilitando investimentos estrangeiros e reduzindo custos de financiamento.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X sobre a queda do risco-país da Argentina para 513 pontos-base, o menor desde meados de 2018, são esmagadoramente positivas. Usuários, particularmente apoiadores de Milei, celebram a queda como evidência de melhoria na solvência financeira devido à acumulação de reservas e confiança na política. Postagens destacam a aproximação dos 500 pontos e contrastam com níveis acima de 2400 no início de Milei em 2023. Não houve vozes negativas ou céticas significativas em conversas recentes de alto engajamento.

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