Tumelo Nku disse à Comissão de Inquérito Madlanga em 25 de junho de 2026 que havia informado o vice-comissário de polícia Sindile Mfazi meses antes sobre uma remessa de cocaína de R 286 milhões interceptada em Aeroton.
Nku, descrito como um hacker ético e empresário, disse que soube da remessa pela primeira vez por meio de fontes confidenciais em abril de 2021 e compartilhou mais detalhes com Mfazi no final de junho. Mfazi morreu em 8 de julho de 2021, um dia antes de a polícia apreender mais de 700 quilos de cocaína escondidos em peças de caminhão da Scania em Aeroton, Joanesburgo. Nku estava entre as quatro pessoas presas no local, mas foi liberado posteriormente.
Durante o interrogatório, Nku explicou que acessou o celular de um indivíduo ligado à Scania após ser solicitado a rastrear comunicações relacionadas a possíveis sequestros. Ele disse que isso revelou informações sobre a distribuição de drogas. Ele também defendeu o fato de portar entre R 64.000 e R 65.000 em dinheiro, afirmando que isso permitia viagens discretas sem cartões bancários.
O presidente da comissão, o juiz Mbuyiseli Madlanga, e o líder das evidências, o advogado Teboho Mosikili, pressionaram Nku sobre sua presença no local e o acusaram de manipular provas. Nku manteve a versão de que estava lá como fonte confidencial e que estava em processo de se tornar um informante pago.