A confederação patronal CEOE realizou uma conferência na terça-feira, em Madri, sobre o aumento das licenças médicas. Os participantes pediram que as seguradoras mútuas possam emitir altas médicas e que a Previdência Social cubra mais custos.
Antonio Garamendi, presidente da CEOE, solicitou que a Previdência Social cubra os benefícios e as contribuições dos primeiros 15 dias de licença por doença comum. Ele também pediu mais médicos, maior controle e autoridade para que as mútuas possam emitir altas nesses casos.
Várias organizações regionais, incluindo a CEIM e a ASPEL, pediram a restauração da demissão por absenteísmo, abolida em 2020. Outras propuseram o corte de suplementos salariais acordados em convenções coletivas e a isenção de contribuições sociais para substitutos.
Ángel Nicolás, presidente da CEOE em Castilla-La Mancha, chamou os jovens de "idiotas" por solicitarem licenças de saúde mental. Garamendi distanciou-se dessas observações e reconheceu a existência de problemas reais de saúde mental entre os jovens.