Um colunista convidado no El Financiero apresenta 16 iniciativas destinadas a fortalecer a democracia, o crescimento económico e a justiça social no México. Estas propostas pedem uma renovação política para superar a inércia atual e abrir o país ao futuro. O texto sublinha a necessidade de transcendência no exercício do poder.
Numa coluna de opinião publicada no El Financiero, um colaborador convidado argumenta que o México precisa de uma mudança profunda para evitar repetir erros do passado e alcançar um futuro melhor. «O México merece um destino melhor. Uma renovação política é urgente», escreve ele, criticando os governos pela falta de visão histórica e eficácia.
O autor delineia 16 programas fundamentais. Entre eles, restaurar o Estado de Direito para garantir a segurança dos cidadãos; combater a corrupção para dignificar a política; e implementar uma reforma educativa moderna para formar os mexicanos do futuro. Propõe também salvaguardar a democracia através da separação de poderes e autonomia dos organismos eleitorais.
Nas áreas social e de saúde, sugere reestruturar instituições para melhorar a saúde pública e respeitar os programas sociais eliminando apoios a quem não precisa e subsídios improdutivos. Para a economia, defende criar versões sustentáveis da Pemex e da CFE, abrir a concorrência privada no setor energético e uma reforma fiscal produtiva para atrair investimentos.
As propostas incluem grandes projetos de infraestrutura: alargar uma autoestrada de Chiapas a Chihuahua com quatro faixas adicionais, construir uma rede ferroviária do sudeste ao norte e modernizar portos e aeroportos. Além disso, construir um Grande Aeroporto Internacional na Cidade do México com participação privada, declarar a Fronteira Sul uma zona estratégica de industrialização para exportações e desenvolver um megaprojeto turístico em Palenque semelhante a Cancún.
Outras ideias incluem um acordo de livre comércio entre Chiapas, a América Central, os Estados Unidos e o Canadá; um organismo autónomo para gerir recursos dos programas sociais, impedindo manipulações políticas; e criar um instituto nacional de investigação em tecnologia e inteligência artificial. «O tempo exige que nos abramos ao futuro, sacudi a sonolência e a apatia», conclui o colunista, exortando a não desperdiçar a oportunidade de fazer história.