Rosa Icela Rodríguez busca apoio para aperfeiçoar sistema eleitoral

A secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, pediu apoio aos parlamentares do Partido do Trabalho e do Morena para reformas chave, incluindo o aperfeiçoamento do sistema eleitoral e a redução da jornada de trabalho para 40 horas. Em reuniões plenárias, ela enfatizou que a iniciativa eleitoral será nutrida pela voz do povo. Também foram discutidos desafios econômicos antes da revisão do T-MEC em 2026.

Na reunião plenária do Partido do Trabalho (PT), a secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, reconheceu a contribuição do bloco do PT para a Quarta Transformação (4T). Ela destacou que “o Partido do Trabalho não é apenas um aliado, mas uma força política indispensável para a governabilidade deste país”. Ela solicitou o voto deles para reformas como a redução da jornada de trabalho para 40 horas, emendas à Lei Federal de Procedimentos Administrativos e à Lei Federal de Proteção Industrial, além do aperfeiçoamento do sistema eleitoral. Durante a reunião plenária do Morena no Palácio Legislativo de San Lázaro, Rodríguez assegurou que a reforma eleitoral “não virá de uma mesa, será nutrida e legitimada pela voz do povo”. Ela observou que fóruns e diálogos enriqueceram a iniciativa por meio de um microsite, e o Congresso a debaterá soberanamente. “Com a liderança da presidente Claudia Sheinbaum, fortaleceremos a democracia, garantindo a pluralidade”, afirmou. O secretário da Economia, Marcelo Ebrard, presente na reunião do PT, destacou as forças econômicas do México, com o melhor acordo com os Estados Unidos a uma taxa efetiva de 4,18%, posicionando-o como o principal exportador. Para a revisão do T-MEC em 2026, ele enfatizou a manutenção da estrutura e a melhoria da taxa. Entre as conquistas da 4T, mencionou a saída de 13 milhões da pobreza, a diversificação das exportações, o aumento do salário mínimo e a redução do desemprego. O PT apoia as reformas prioritárias de Sheinbaum para o período de sessões a partir de 1º de fevereiro, incluindo eleitoral, procedimentos administrativos, juízes sem rosto, abuso sexual, crimes ambientais e redução trabalhista. Sua própria agenda abrange proteção a seres sencientes, regulação de IA, proteção digital infantil, direitos humanos e equidade de gênero. Reformas pendentes para o novo período incluem o Código Nacional de Procedimentos Penais e a Lei Federal contra o Crime Organizado. Rodríguez elogiou a taxa de aprovação de 77% de Sheinbaum, instando lealdade absoluta ao projeto.

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Na terça-feira, a Secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, apresentou a iniciativa de reforma eleitoral do Plano B, de acordo com as instruções da Presidente Claudia Sheinbaum. O objetivo é cortar privilégios e gastos em órgãos eleitorais e governos locais depois que a proposta constitucional original fracassou na Câmara dos Deputados. Ela será enviada ao Senado com o apoio do PT e do PVEM.

A reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum avança sem um texto público, causando desacordos entre aliados como PVEM e PT, que resistem a cortes orçamentários e mudanças nos assentos plurinominais. Críticos como José Woldenberg alertam que ela poderia erodir a pluralidade política, enquanto o governo visa reduzir custos e aprofundar a democracia. A iniciativa será apresentada ao Congresso em fevereiro para aprovação em março.

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A Câmara dos Deputados do México rejeitou a proposta de reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum, com 259 votos a favor e 234 contra, ficando aquém da maioria qualificada necessária. Sheinbaum negou que se tratasse de uma derrota e anunciou um Plano B a ser enviado ao Congresso na próxima segunda-feira, focando em mudanças sem reforma constitucional. A iniciativa visa reduzir privilégios políticos e fortalecer a participação cidadã.

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A presidente Claudia Sheinbaum apresentou sua proposta de reforma eleitoral em 25 de fevereiro de 2026, visando eliminar as listas plurinominais no Senado e reduzir os custos eleitorais em 25%. A iniciativa, a ser enviada ao Congresso em 2 de março, mantém 500 deputados, mas exige que todos concorram por votos diretos. Conselheiros do INE alertam que mudanças como a eliminação dos conselhos distritais permanentes representam um retrocesso de 45 anos.

O coordenador do PVEM, Carlos Puente, assegurou que a aliança legislativa com Morena e o PT está 'mais forte do que nunca' em meio ao debate sobre a reforma eleitoral proposta pela presidente Claudia Sheinbaum. Apesar de relatos de desacordos com aliados, Puente rejeitou rumores de fratura e enfatizou a unidade rumo a 2027 e 2030. Sheinbaum defendeu os pilares de sua iniciativa, que incluem mudanças na eleição de plurinominais e cortes nos custos eleitorais.

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A Câmara dos Deputados do México avançou a reforma para reduzir a semana de trabalho de 48 para 40 horas, aprovada por unanimidade em comissões unidas. A medida será implementada gradualmente até 2030, sem cortes salariais. Embora não inclua dois dias de descanso, obtém apoio bipartidário em meio a debates sobre ajustes adicionais.

 

 

 

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