Reforma eleitoral
Reforma eleitoral de Sheinbaum provoca tensões internas no Morena
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A reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum avança sem um texto público, causando desacordos entre aliados como PVEM e PT, que resistem a cortes orçamentários e mudanças nos assentos plurinominais. Críticos como José Woldenberg alertam que ela poderia erodir a pluralidade política, enquanto o governo visa reduzir custos e aprofundar a democracia. A iniciativa será apresentada ao Congresso em fevereiro para aprovação em março.
A secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, pediu apoio aos parlamentares do Partido do Trabalho e do Morena para reformas chave, incluindo o aperfeiçoamento do sistema eleitoral e a redução da jornada de trabalho para 40 horas. Em reuniões plenárias, ela enfatizou que a iniciativa eleitoral será nutrida pela voz do povo. Também foram discutidos desafios econômicos antes da revisão do T-MEC em 2026.
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Deputies from PAN and PRI in the Chamber of Deputies demanded dialogue tables with experts and civil society to discuss the electoral reform. Meanwhile, Morena's Ricardo Monreal conditioned its presentation on consensus with PT and PVEM. President Claudia Sheinbaum denied that the reform leads to authoritarianism and outlined its goals to strengthen democracy.