Reforma eleitoral
Milei envia projeto de reforma eleitoral ao Congresso, eliminando as primárias PASO
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Após o anúncio feito no dia anterior, o presidente Javier Milei enviou ao Congresso, a partir de Israel, um projeto de reforma eleitoral que elimina as primárias PASO, introduz a regra da 'ficha limpia', endurece as normas partidárias e reformula o financiamento. A medida visa economizar mais de 200 milhões de dólares e reduzir a participação estatal nos processos internos dos partidos, gerando reações mistas da oposição.
O Senado da Argentina iniciou nesta quarta-feira a análise da reforma eleitoral impulsionada pelo governo de Javier Milei. A reunião da Comissão de Assuntos Constitucionais destacou as tensões entre o partido governista e aliados sobre o tratamento do projeto Ficha Limpia.
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O ministro da Economia, Luis Caputo, e a líder do bloco do La Libertad Avanza no Senado, Patricia Bullrich, reuniram-se com senadores aliados para discutir obras públicas, economias regionais e equilíbrio fiscal. A reunião contou com a presença de representantes da UCR e de blocos provinciais de diálogo. O governo busca angariar apoio para sua pauta legislativa, incluindo a reforma eleitoral.
A Presidente Claudia Sheinbaum afirmou que o referendo de revogação de mandato não é obrigatório e pode ser decidido até janeiro de 2027, de acordo com a Constituição. Ela explicou que seu Plano B de reforma eleitoral visa flexibilizar o prazo para o terceiro ou quarto ano de governo e permitir que o executivo fale publicamente sobre o processo.
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Os partidos de oposição PAN e PRI anunciaram que rejeitarão o Plano B eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum no Senado, após seu anúncio na semana passada, depois que a reforma original fracassou na Câmara dos Deputados. O plano permite a promoção de votos em processos de revogação de mandato - esclarecidos por Sheinbaum como não obrigatórios - e inclui cortes de gastos. O Movimiento Ciudadano ainda está analisando a iniciativa.
A presidente Claudia Sheinbaum apresentou na semana passada uma iniciativa de reforma eleitoral visando alterar a alocação de cadeiras de representação proporcional e regular o financiamento de campanhas. Analistas alertam que, embora diluída em comparação com propostas anteriores, ela representa um alto risco de inequidade ao favorecer o Morena. A proposta levanta dúvidas sobre sua verdadeira intenção, podendo abrir caminho para mudanças em leis secundárias.
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Em seu 97º aniversário, o líder do PRI Alejandro Moreno Cárdenas convocou PAN e Movimiento Ciudadano a formar uma aliança oposicionista para enfrentar Morena nas eleições de 2027. O apelo visa unir forças para defender instituições democráticas e equilibrar o poder político. Enquanto isso, o debate sobre a reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum gera divisões entre partidos aliados e de oposição.
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