Illustration depicting Democratic leaders withdrawing support from Maine Senate nominee Graham Platner amid assault allegations.
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Democratas retiram apoio a Graham Platner após acusação de agressão

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Líderes democratas retiraram o apoio ao candidato ao Senado pelo Maine, Graham Platner, na segunda-feira, após uma mulher acusá-lo de agressão sexual em 2021. Platner negou a alegação, classificando-a como falsa. A medida deixa o partido em dificuldades antes da eleição de novembro.

O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, pediu que Platner se retirasse imediatamente da disputa. A senadora Kirsten Gillibrand, presidente do Comitê de Campanha Senatorial Democrata, afirmou que o grupo não investirá mais na disputa do Maine caso ele permaneça na cédula.

Outros democratas proeminentes, incluindo os senadores Elizabeth Warren, Mark Kelly e o deputado Ro Khanna, também instaram Platner a se retirar. O Comitê Nacional Democrata e o Senate Majority PAC redirecionaram recursos para fora da disputa.

Jenny Racicot, de 41 anos, disse ao POLITICO e à CNN que Platner entrou em sua casa sem ser convidado e a forçou a manter relações sexuais, apesar de suas objeções. Platner divulgou um vídeo afirmando que está refletindo sobre o melhor caminho a seguir para o estado.

A lei do Maine concede a Platner até 13 de julho para desistir, permitindo que o partido selecione um substituto antes da eleição geral contra a senadora republicana Susan Collins.

O que as pessoas estão dizendo

Usuários do X expressaram alívio com a retirada do apoio dos democratas a Platner diante das alegações de agressão, com alguns chamando-o de "pessoa terrível". Vozes céticas questionaram a credibilidade da alegação e a hipocrisia democrata em relação a questões anteriores, como tatuagens. Outros criticaram o partido pela demora na ação e exigiram que Platner abandone a candidatura.

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