Uma investigação do New York Times publicada em 4 de junho citou três ex-namoradas do candidato democrata ao Senado pelo Maine, Graham Platner, que descreveram relacionamentos voláteis e alegaram que ele mentiu sobre o significado de sua tatuagem nazista.
A reportagem detalhou relatos de Lyndsey Fifield, que namorou Platner de 2013 a 2015, de que ele se referia à tatuagem como “meu Totenkopf” e se envolvia em comportamentos de intimidação física, incluindo segurar seus ombros e torcer seu braço. Platner respondeu assumindo a responsabilidade por ações passadas, ao mesmo tempo em que contestou as caracterizações de intimidação física, classificando-as como falsas e motivadas politicamente. Ele afirmou estar orgulhoso do trabalho que realizou desde então. O senador John Fetterman disse em 4 de junho que Platner mentiu sobre alegações adicionais após a revelação de sua tatuagem e sugeriu que mais denúncias poderiam surgir. O candidato busca a nomeação democrata para desafiar a senadora Susan Collins.