Demolição em Gikomba continua; comerciantes recebem garantia de retorno em seis meses

Após a demolição inicial ocorrida em 30 e 31 de março, os trabalhos continuaram no mercado de Gikomba na terça-feira, afetando mais de 6.300 comerciantes realocados para o Kamukunji Grounds. Em meio a preocupações com a subsistência, o presidente da associação de mercado, Kibathi Mbugua, enfatizou a realização de consultas prévias e a existência de um plano para que os comerciantes retornem a uma instalação moderna de três andares dentro de seis meses.

A demolição no mercado de Gikomba, no subcondado de Kamukunji em Nairóbi — o maior mercado ao ar livre da África, atraindo 200 mil visitantes diariamente — prosseguiu na terça-feira após ter começado durante a noite de 30 para 31 de março, apesar de uma suspensão judicial anterior. Visando principalmente os comerciantes de calçados, a ação libera um espaço declarado como terra pública para a restauração da margem do rio e para o desenvolvimento local.

Mais de 6.300 comerciantes foram transferidos para um local temporário no Kamukunji Grounds. O presidente da associação, Kibathi Mbugua, que representa 100 mil membros, afirmou que as partes interessadas concordaram em ceder 50 metros — 30 para obras de preservação ribeirinha e 20 para um novo mercado. 'Envolvemos os vendedores passo a passo. Em seis meses, eles retornarão a um Gikomba melhor, com três andares', disse ele ao Taifa Leo.

A iniciativa, apoiada pela promessa de 3 bilhões de xelins quenianos do presidente William Ruto para um mercado moderno, aborda questões de longa data como congestionamento, infraestrutura precária e incêndios, problemas recorrentes desde as origens do mercado na década de 1950, próximo ao rio Nairóbi.

Artigos relacionados

Demolition scene in Nairobi: bulldozers raze buildings near Nyayo Stadium for new rail line, with protesters claiming political motivation.
Imagem gerada por IA

Kenya Railways avisa sobre mais demolições em Nairobi para nova linha ferroviária

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A Kenya Railways alertou para demolições adicionais em Nairobi para abrir caminho a uma nova linha ferroviária ligada à Taça das Nações Africanas de 2027. Isto segue-se à destruição de negócios pertencentes ao governador de Kiambu, Kimani Wamatangi, perto do Estádio Nyayo na noite de terça-feira. Wamatangi afirma que a ação é motivada politicamente e que não recebeu aviso oficial.

Apesar de uma ordem anterior do Tribunal de Meio Ambiente e Terras no início de março que interrompeu as demolições planejadas, o governo do condado de Nairóbi procedeu com a demolição de seções do Mercado de Gikomba durante a noite de 30 para 31 de março, após o vencimento de um aviso de despejo de 30 dias, afetando cerca de 6.000 comerciantes. As autoridades pretendem liberar 50 metros da margem do Rio Nairóbi para mitigação de enchentes e um novo mercado moderno financiado com 3 bilhões de xelins quenianos. Comerciantes protestam contra a área de acomodação temporária inadequada.

Reportado por IA

O Tribunal do Ambiente e das Terras emitiu ordens para impedir a demolição planeada do Mercado de Gikomba, em Nairobi, frustrando os planos do governo do condado. A decisão surge na sequência de uma petição apresentada pelo deputado Babu Owino, de Embakasi East, e outros requerentes. O tribunal ordenou a manutenção do status quo até o caso ser ouvido.

Líderes da oposição alegaram que o governo capturou os principais setores econômicos, instando os quenianos a derrubar a administração Kenya Kwanza nas próximas eleições. As declarações foram feitas durante um culto multi-denominacional em Gatanga, no condado de Murang’a.

Reportado por IA

O Tribunal de Ambiente e Terras decidiu a favor de uma empresa de impressão privada na Área Industrial de Nairóbi, bloqueando o seu despejo forçado e dirigindo as autoridades a limpar o despejo ilegal ao longo do rio Ngong. A empresa contestou uma Ordem de Segurança Pública de 2 de maio de 2024, argumentando que era ilegal e infringia os seus direitos constitucionais de propriedade ao abrigo do Artigo 40. O tribunal determinou que a NEMA, o Condado da Cidade de Nairóbi e o Ministério do Ambiente removessem os resíduos no prazo de quatro meses.

O Kenya Commercial Bank (KCB) alertou os políticos no condado de Machakos contra a politização do processo em curso de regularização da propriedade de terras em Mavoko, enfatizando sua justiça e transparência. O deputado de Mavoko, Patrick Makau, acusou alguns líderes locais de explorar o processo para ganho pessoal, o que elevou os preços das parcelas para 2,5 milhões de xelins.

Reportado por IA

Mais de 100 famílias ficaram sem-teto após um incêndio eclodir na noite de domingo na área de Tulanga, em Mukuru Kayaba, Nairóbi. O fogo se espalhou rapidamente devido a ventos fortes, destruindo inúmeras casas. Os moradores reclamaram de atrasos na resposta de emergência.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar