Illustration of ex-Miss Universe Mexico CEO Rodrigo Goytortua accusing Raúl Rocha Cantú of intimidation and amid trafficking probe, at a dramatic press conference.
Imagem gerada por IA

Ex-CEO do Miss Universe México acusa Raúl Rocha Cantú de intimidação

Imagem gerada por IA

Rodrigo Goytortua Ortega, ex-CEO do Miss Universe México, acusou Raúl Rocha Cantú de intimidá-lo ao financiar a mãe de seu filho para esconder a criança. Goytortua também revelou irregularidades nas empresas de Rocha e previu a vitória de Fátima Bosch no concurso devido a interesses ligados ao pai dela. Essas declarações ocorrem em meio a uma investigação federal contra Rocha por suposto tráfico de combustível, drogas e armas.

Rodrigo Goytortua Ortega, que atuou como CEO do Miss Universe México em 2023, começou a trabalhar com Raúl Rocha Cantú, proprietário de 50% da organização e presidente do Miss Universe, para modernizar o concurso e limpar sua imagem pública após o ataque ao Casino Royale em 2011, onde 52 pessoas morreram. Goytortua concordou em trabalhar seis meses sem salário e depois receber 100.000 pesos mensais, mas alega que não foi pago e foi demitido injustamente, exigindo um milhão de pesos em indenização no Centro de Conciliação Laboral da Cidade do México em 2024. Rocha Cantú negou qualquer relação empregatícia ou o cargo de CEO em uma carta à revista Proceso.

Durante seu mandato, Goytortua notou irregularidades nas empresas de Rocha: “elas aparentemente não tinham funcionários, eram empresas de fachada, com espaços de escritório vazios, fantasmas; a fundação não tinha casos de sucesso, nada.” Ele previu a vitória de Fátima Bosch no Miss Universe 2025 cinco dias antes, durante a filmagem de um documentário da HBO, citando as relações de Rocha com Bernardo Bosch Hernández, pai da vencedora e conselheiro da Pemex desde 2017. Goytortua descreveu isso como um “presente” ou troca de favores, não uma compra direta, ligada a um contrato da Pemex de 2023 com a empresa de Rocha que durou 11 meses via licitação pública. Tanto Rocha quanto Bosch Hernández negaram laços prévios ou negócios; Bosch afirmou que conheceu Rocha em 13 de setembro de 2025, em Guadalajara.

A principal motivação de Goytortua para falar é a suposta intimidação: após vídeos vazados em fevereiro de 2024 sobre inclusões no concurso para marketing, Rocha supostamente contatou a mãe de seu filho para financiá-la e esconder a criança, agravando uma batalha pela guarda há cinco anos sem contato. “O que mais me motiva é meu filho que tem sido vítima deste homem, ao instrumentalizar meu filho para gerar medo em mim, terror psicológico”, disse Goytortua em entrevista a Ciro Gómez Leyva. Ele recebeu ameaças de morte e suspeita de contatos com juízes.

Essas revelações coincidem com uma investigação da FGR desde novembro de 2024 contra Rocha por tráfico de armas, combustível e drogas; ele é identificado como possível testemunha protegida. A Guatemala revogou seu título de cônsul honorário, e a SSPC negou financiamento de crime organizado no Miss Universe.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X centram nas acusações do ex-CEO Rodrigo Goytortua contra Raúl Rocha Cantú por intimidação via mãe da criança e irregularidades em suas empresas. Usuários e mídia destacam alegações de que a vitória de Fátima Bosch no Miss Universe foi um 'presente' devido aos laços comerciais do pai dela com Rocha. Reações incluem indignação sobre possível fraude, apelos para tirar a coroa e ceticismo em meio à investigação de tráfico de combustível, drogas e armas de Rocha. Autoridades negam laços do concurso com crime. A cobertura apresenta trechos de entrevistas de jornalistas como Ciro Gómez Leyva.

Artigos relacionados

Illustration of Miss Universe 2025 winner Fátima Bosch defiantly holding her crown as former judge Omar Harfouch accuses her of fraud in a tense press confrontation.
Imagem gerada por IA

Omar Harfouch pede a Fátima Bosch que devolva a coroa do Miss Universe 2025

Reportado por IA Imagem gerada por IA

O ex-jurado do Miss Universe 2025 Omar Harfouch acusou o concurso de fraude e pediu à vencedora Fátima Bosch que devolvesse a coroa, alegando manipulação de votos. Bosch recusou renunciar, afirmando que seu título carrega uma missão inspiradora para meninas e mulheres. A controvérsia também envolve críticas contra o empresário Raúl Rocha Cantú.

Durante um evento do Miss Universe 2025 em Bangkok, o diretor tailandês Nawat Itsaragrisil insultou a representante do México, Fátima Bosch, chamando-a de 'tonta' e convocando a segurança, o que levou à sua saída apoiada por outras concorrentes. O presidente da organização Miss Universe, Raúl Rocha Cantú, limitou o envolvimento de Nawat e anunciou ações legais. A presidente Claudia Sheinbaum apoiou Bosch por se manifestar contra a misoginia.

Reportado por IA

A mexicana Fátima Bosch, 25 anos, de Tabasco, conquistou o título de Miss Universe 2025 na gala final em Bangkok, Tailândia, a 20 de novembro. Sua vitória, a quarta do México, gerou alegria nacional apesar de controvérsias anteriores com os organizadores do concurso. A presidente Claudia Sheinbaum felicitou-a por se manifestar contra injustiças.

O Congresso de Michoacán aprovou Grecia Quiroz, viúva do prefeito assassinado Carlos Manzo, como nova presidente municipal de Uruapan em 5 de novembro, com 38 votos a favor. Quiroz prestou o juramento em uma sessão extraordinária, prometendo continuar a luta de seu marido contra o crime organizado. A nomeação ocorre em meio a investigações que apontam o Cartel Jalisco Nova Geração como responsável pelo homicídio.

Reportado por IA

Após o assassinato do prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, em 1º de novembro de 2025, sua viúva, Grecia Quiroz, assumiu a prefeitura e publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais, prometendo continuar seu legado. Quiroz se reuniu com a presidente Claudia Sheinbaum para exigir justiça e atenção ao município. O governo federal anunciou um plano de segurança para Michoacán em resposta ao crime.

Sete policiais municipais de Uruapan, escoltas do prefeito Carlos Manzo, foram detidos por suposta omissão em seu homicídio em 1º de novembro. As autoridades também prenderam Jorge Armando 'N', alias 'El Licenciado', o presumido autor intelectual do crime ordenado por 'El R1' do CJNG. O caso revela possíveis laços com o crime organizado em Michoacán.

Reportado por IA

A promotoria de Michoacán procura José Jiménez, chefe de segurança do prefeito falecido Carlos Manzo, que está foragido após o assassinato em 1º de novembro em Uruapan. Sete escoltas municipais foram ligadas ao homicídio por omissão, enquanto o suposto mandante, alias 'El Licenciado', enfrenta acusações. O advogado das escoltas acusa um encobrimento envolvendo elementos da Guarda Nacional.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar