Fátima Bosch exiting the Miss Universe 2025 stage in Bangkok amid controversy, supported by fellow contestants, with director Nawat Itsaragrisil and security in the background.
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Controvérsia no Miss Universe 2025 por insultos a Fátima Bosch

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Durante um evento do Miss Universe 2025 em Bangkok, o diretor tailandês Nawat Itsaragrisil insultou a representante do México, Fátima Bosch, chamando-a de 'tonta' e convocando a segurança, o que levou à sua saída apoiada por outras concorrentes. O presidente da organização Miss Universe, Raúl Rocha Cantú, limitou o envolvimento de Nawat e anunciou ações legais. A presidente Claudia Sheinbaum apoiou Bosch por se manifestar contra a misoginia.

O incidente ocorreu durante uma cerimônia de apresentação de faixas em Bangkok, na Tailândia, sede do concurso com a final programada para 21 de novembro de 2025. Nawat Itsaragrisil, diretor do Miss Universe Tailândia e produtor do evento, questionou Fátima Bosch por não postar conteúdo promocional sobre a Tailândia nas redes sociais, interrompendo-a repetidamente e insultando-a ao chamá-la de 'tonta' por seguir as diretrizes de sua organização. Bosch respondeu: 'Porque eu tenho voz e estou representando meu país. Você não está me respeitando como mulher', antes de deixar o local com várias concorrentes, incluindo Hanin Al Qoreishy, Miss Iraque 2025, que segurou seu braço em solidariedade, e Victoria Kjaer, Miss Universe 2024, que chamou o ato de 'muito desrespeitoso'.

Raúl Rocha Cantú, empresário mexicano e presidente da organização Miss Universe (MUO) desde a aquisição de 50% da franquia em janeiro de 2024 por meio da Legacy Holding, reagiu em um vídeo nas redes sociais: 'Quero deixar claro minha grande indignação e repúdio a Nawat pela agressão que ele cometeu contra Fátima Bosch, a quem humilhou, insultou e desrespeitou, e destacar o grande abuso de chamar a segurança para intimidar uma mulher indefesa tentando silenciá-la e excluí-la. Chega, Nawat!'. Ele anunciou que a participação de Nawat no concurso seria 'muito limitada ou nula' e que ações corporativas e legais seriam tomadas por 'a série de atos maliciosos'.

Nawat pediu desculpas várias vezes ao vivo e nas redes sociais, chorando na câmera e dizendo que se sentia 'ferido, dolorido e desanimado' pela crítica do México. Ele explicou que chamou a segurança por medo, pois estava 'quase cercado por mexicanos' e não sabia o que poderia acontecer, negando a intenção de expulsar Bosch. Ele também acusou a MUO de se associar a um patrocinador de cassino online ilegal na Tailândia, o que levou a polícia a prender um funcionário do Miss Universe no hotel das concorrentes.

Bosch, do Tabasco, confirmou que continuaria na competição: 'Estou aqui mais forte do que nunca. Eu tenho um propósito e não vou deixar ninguém me silenciar'. A presidente Claudia Sheinbaum, em sua conferência de 5 de novembro, elogiou-a: 'Meu reconhecimento porque ela vivencia essa agressão e de forma muito digna diz: 'Eu discordo'... As mulheres ficam mais bonitas quando erguemos nossas vozes'. O CEO da MUO, Mario Búcaro, viajou para a Tailândia para supervisionar um ambiente 'seguro e profissional'. Hanin Al Qoreishy, nascida em 1998, empreendedora de seguros baseada no Texas e filantropa com a Uplifted Hearts Foundation, representou o apoio internacional ao defender publicamente Bosch.

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