O ex-banqueiro do JPMorgan está reagindo às acusações de Lorna Hajdini em novos documentos judiciais. Ele admite ter feito uma publicação online que parecia ter como alvo um supervisor do Morgan Stanley, mas insiste que foi um disfarce para suas alegações reais.
Documentos judiciais obtidos pelo TMZ mostram que o banqueiro afirma ter usado o site de aconselhamento jurídico para descrever supostos abusos cometidos por Hajdini, enquanto ocultava detalhes por medo de retaliação. Ele mantém sua reclamação interna de maio de 2025, que alega discriminação racial e de gênero, além de um padrão de "abominável abuso sexual".
Hajdini havia apontado a publicação sobre o Morgan Stanley como prova de um esquema para ganho pessoal. O banqueiro também admite que seu pai biológico estava vivo durante uma licença por luto, mas nega qualquer irregularidade. Declarações de apoio de terceiros corroboram sua versão, segundo ele.
Hajdini apresentou uma reconvenção no início deste mês por difamação e calúnia. Ela negou todas as alegações e classificou a narrativa como sensacionalista.
Boas ações não apagam possíveis más condutas, argumenta o banqueiro em sua resposta.