Uma greve por causa do preço do combustível, que terminou na terça-feira, revelou a forte dependência de Mombasa em relação ao suprimento de alimentos vindo de fora do condado. Grandes escassezes atingiram o mercado de Kongowea, elevando os preços para moradores e comerciantes.
A greve, que durou de segunda a terça-feira, manteve os transportadores longe de Mombasa por medo de que seus caminhões fossem atacados ou incendiados. As entregas de Meru, Taveta e outras regiões foram interrompidas, deixando os comerciantes contabilizando prejuízos.
Peter Mutisya, presidente da seção de bananas, disse que o mercado normalmente recebe de seis a sete caminhões de banana diariamente, mas nenhum chegou nos dois dias. Veronica Wachira, secretária-geral do mercado, observou que o número de caminhões de vegetais caiu de até dez para apenas um.
O preço de um saco de 95 quilos de batatas subiu de cerca de 4.500 xelins para 8.000 xelins, de acordo com Caleb Ndirangu. Os custos de transporte das áreas produtoras, como Molo, também saltaram de 60.000 xelins para 90.000 xelins por caminhão.