Kelvin Demond Williams foi condenado à prisão perpétua sem direito a liberdade condicional, somada a 100 anos, pelo assassinato de sua esposa, Tenisha Williams, e por atirar contra seu enteado adolescente em Woodstock, na Geórgia. O incidente ocorreu em 13 de julho de 2025, e Williams foi condenado após um julgamento em que os jurados assistiram a imagens de câmeras de segurança da casa. Ele não demonstrou remorso após o crime, fumando um cigarro perto do corpo dela.
Em 13 de julho de 2025, por volta das 22h40, Kelvin Demond Williams, de 48 anos, disparou vários tiros contra seu enteado de 16 anos e sua esposa, Tenisha Williams, de 48 anos, na residência do casal em Daventry Crossing, em Woodstock, na Geórgia. Imagens de câmeras internas apresentadas aos jurados registraram Williams errando um disparo inicial na cabeça do enteado, seguido de disparos contra Tenisha e o rapaz, que tentava fugir. Em seguida, ele a encurralou na cozinha enquanto ela implorava para que não atirasse, efetuando um quinto e fatal disparo antes de perguntar: 'Você está morta, sua [palavrão]?', enquanto estava de pé sobre o corpo. Um menino de 4 anos dormia ileso em outro cômodo durante o ataque, e o enteado ligou para o 911 enquanto se escondia, reportando os tiros. Os policiais chegaram e encontraram Williams fumando um cigarro na cozinha; eles o prenderam e constataram que Tenisha havia morrido devido a um ferimento de bala, com a arma sobre a bancada da cozinha. As autoridades retiraram os dois meninos da casa em segurança. A juíza do Tribunal Superior Shannon Wallace condenou Williams na quinta-feira à prisão perpétua sem direito à liberdade condicional, mais 100 anos, após um júri considerá-lo culpado de homicídio e agressão agravada após menos de uma hora de deliberação. A vice-promotora pública distrital, Rachel Ashe, que liderou a acusação, descreveu as provas como 'esmagadoras' e destacou os anos em que Williams isolou e controlou Tenisha, inclusive obrigando-a a usar um dispositivo de rastreamento e a comprar a arma do crime no mesmo dia. Familiares relataram que ele a impedia de falar com seus filhos adultos ou de comparecer ao funeral da própria mãe. A promotora distrital Susan K. Treadaway chamou a violência de 'perversa e imperdoável', elogiando a coragem do júri. A juíza classificou as ações de Williams como 'insondáveis'.