Os preços do ouro têm se mantido em uma faixa estreita entre US$ 4.600 e US$ 4.800 por quase dois meses, apesar das persistentes tensões geopolíticas, já que as taxas de juros elevadas e um dólar norte-americano forte compensam a demanda por ativos de refúgio. Analistas pedem paciência, com um rompimento provavelmente atrelado às políticas dos bancos centrais.
Essa consolidação segue a volatilidade registrada após as máximas recordes do ouro em janeiro de 2026, acima de US$ 5.600 na Comex. Nenhuma tendência decisiva surgiu, deixando os operadores em compasso de espera, segundo o The Economic Times. As taxas elevadas e a força do dólar equilibraram as incertezas globais, gerando debates sobre uma possível alta em maio sem novos catalisadores, como cortes nas taxas do Fed. Termos do mercado destacam as perspectivas para maio de 2026, os níveis de suporte e resistência do ouro na MCX e recomendações por investimentos escalonados para gerenciar riscos. Especialistas enfatizam cautela em meio a essa movimentação lateral e ao aperto monetário.