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Dramatic scene of US naval blockade and Iranian ship seizures in the Strait of Hormuz, with oil prices topping $100 amid stalled ceasefire talks.
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Preços do petróleo ultrapassam US$ 100 com impasse nas negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã

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Os preços do petróleo bruto superaram US$ 100 por barril em meio ao impasse nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã. O comércio através do Estreito de Ormuz permanece restrito, com o Irã apreendendo dois navios e os EUA mantendo um bloqueio naval. Analistas alertam para novos aumentos nos preços devido às interrupções em curso.

Os preços da prata e do ouro permanecem hesitantes em meio à contínua confusão do mercado, mas mostram sinais de construção de suporte para uma potencial tendência de alta de longo prazo.

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Hong Kong Exchanges and Clearing will relaunch gold futures in coming months as demand grows in mainland China. Officials aim to expand products, clearing, and storage facilities.

Os preços do ouro permaneceram estáveis, com os investidores avaliando as consequências econômicas do conflito no Oriente Médio antes da decisão do Federal Reserve dos EUA. Os novos ataques iranianos e o assassinato de um alto funcionário iraniano aumentaram as tensões, interrompendo o fornecimento de petróleo e elevando os preços acima de US$ 100 por barril.

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Os preços do ouro no MCX da Índia caíram acentuadamente Rs 3.000 por 10 gramas, à medida que os investidores adotaram uma postura cautelosa antes da reunião de política do Federal Reserve dos EUA. Fatores como realização de lucros nos mercados globais, alta nos preços do petróleo e tensões geopolíticas em curso no Oriente Médio contribuíram para a volatilidade no comércio de metais preciosos. Analistas recomendam uma estratégia de venda na alta nessas condições.

O economista Juan Carlos Hallak analisou um relatório de 2025 da Faculdade de Ciências Econômicas sobre o perfil exportador da Argentina, enfatizando a necessidade de impulsionar bens com maior valor agregado além das commodities. O estudo mostra que as exportações diferenciadas cresceram quase 10% em 2025 em relação a 2024, embora ainda se trate de um avanço inicial.

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As exportações brasileiras de celulose atingiram recorde em 2025, com 22,25 milhões de toneladas e receitas de US$ 10,25 bilhões. No entanto, o especialista Andreas Mirow alerta para um possível desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda nos próximos anos.

 

 

 

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