Ignasi Camós Victoria, diretor-geral do Instituto de la Cinematografía y de las Artes Audiovisuales (ICAA), faleceu na quinta-feira, aos 56 anos, devido a um câncer, anunciou o Ministério da Cultura. Ele ocupava o cargo desde junho de 2023 e estava de licença médica nas últimas semanas. O ministério exaltou seu compromisso e trabalho no ICAA.
O Ministério da Cultura anunciou a morte de Ignasi Camós Victoria, diretor-geral do Instituto de la Cinematografía y de las Artes Audiovisuales (ICAA), ocorrida na quinta-feira, aos 56 anos. Camós, que lutava contra um câncer e estava de licença médica nas últimas semanas, assumiu o cargo em junho de 2023 após a renúncia de Beatriz Navas, durante a gestão de Miquel Iceta, e permaneceu no posto sob a liderança de Ernest Urtasun.
Antes de liderar o ICAA, Camós integrou o Gabinete do Ministro da Cultura desde 2021 como assessor parlamentar, coordenando grupos de trabalho para o Estatuto do Artista. Anteriormente, atuou como assessor parlamentar no Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico (2020-2021) e no Ministério do Trabalho, Segurança Social e Migrações (2018-2019). Também ocupou cargos no Ministério da Educação, na Representação Permanente junto à União Europeia em Bruxelas e na Generalitat de Catalunya, além de ter sido professor titular de Direito do Trabalho e da Segurança Social na Universidade de Girona.
Durante sua passagem pelo ICAA, Camós trabalhou na Ley del Cine, apresentada duas vezes ao Conselho de Ministros sem aprovação, e supervisionou políticas públicas, incluindo auxílios ao cinema espanhol, o que coincidiu com a presença de três filmes espanhóis na Seleção Oficial de Cannes.
Em nota, o Ministério da Cultura agradeceu “o grande trabalho e compromisso de Ignasi Camós à frente do Instituto de la Cinematografía y de las Artes Audiovisuales, que, somados à sua vocação de serviço público, deixarão uma grande marca nas pessoas e instituições com as quais trabalhou.”