Em meio a uma queda superior a 2% no Nifty este mês devido a tensões no Oriente Médio e saídas de investidores estrangeiros, a InCred Equities selecionou 11 ações esperadas para bom desempenho nos próximos trimestres. As recomendações surgem enquanto a Índia enfrenta preços mais altos do petróleo bruto, dado que importa cerca de 90% de suas necessidades de óleo. Todas as ações recebem classificação 'Add', com preços-alvo que implicam diversos potenciais de alta.
O mercado de ações indiano experimentou volatilidade, com o índice Nifty caindo mais de 2% este mês. Essa queda está ligada ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e às saídas contínuas de investidores institucionais estrangeiros (FII). A situação é particularmente desafiadora para a Índia, que importa cerca de 90% de suas necessidades de petróleo, à medida que os preços do petróleo bruto subiram. Os destaques da InCred Equities para os próximos trimestres incluem 11 ações que a firma vê como fortes performers. Cada recomendação vem com classificação 'Add', juntamente com preços-alvo específicos e percentuais estimados de alta a partir dos níveis atuais. A lista inclui: - HDFC Bank, com alvo de Rs 1,180 por ação, sugerindo 34.2% de alta. - Tata Consultancy Services, com alvo de Rs 3,663 por ação, indicando 40.1% de alta. - Bajaj Finance, com Rs 1,200 por ação, para ganho potencial de 22.7%. - Maruti Suzuki India, com alvo de Rs 17,561 por ação, implicando 22.1% de alta. - Axis Bank, com alvo de Rs 1,500 por ação, para 9.3% de alta. - UltraTech Cement, com Rs 14,550 por ação, sugerindo potencial de 16.2%. - Tata Steel, com alvo de Rs 224 por ação, indicando 6.2% de alta. - Negócio de veículos comerciais da Tata Motors, com Rs 521 por ação, para 4.6% de alta. - CG Power and Industrial Solutions, com alvo de Rs 900 por ação, implicando ganho de 26.4%. - Lupin, com Rs 2,675 por ação, para 15.7% de alta. - GE Vernova T&D, com alvo de Rs 5,000 por ação, sugerindo potencial de 32.5%. Essas escolhas visam oferecer oportunidades apesar das pressões do mercado, embora a firma observe que as visões expressas são suas próprias e não as da publicação.