Illustration of IU and Podemos leaders in intense late-night negotiations in Seville to seal coalition deal before Andalusian elections deadline.
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IU e Podemos negociam coalizão de última hora para as eleições andaluzas

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A Izquierda Unida e o Podemos estão acelerando as negociações para registrar uma coalizão conjunta antes do prazo final de sexta-feira, às 23h59. A reunião crucial de quinta-feira em Sevilha não trouxe detalhes públicos após mais de nove horas. O acordo visa unir forças à esquerda do PSOE para as eleições de 17 de maio.

A Izquierda Unida (IU) e o Podemos estão mantendo conversas de última hora para que o partido roxo se junte à coalizão Por Andalucía antes das eleições andaluzas de 17 de maio. O prazo para registrar coligações termina sexta-feira, às 23h59, no Parlamento da Andaluzia, em Sevilha.

A reunião de quinta-feira em Sevilha, que começou após as 11h e durou mais de nove horas, contou com a presença de Toni Valero (coordenador da IU Andalucía), Nicolás Sguiglia (Podemos) e Esperanza Gómez (Movimiento Sumar). Fontes descrevem o tom como "muito correto", discutindo a partilha de recursos e candidaturas. Ainda não houve resolução pública.

O Podemos mudou de postura após resultados fracos em Aragão (0,94%) e Castela e Leão (0,74%), com 81,4% dos membros aprovando as negociações em uma votação expressa. Antonio Maíllo lidera o Por Andalucía, que inclui IU, Movimiento Sumar, Iniciativa del Pueblo Andaluz, Partido Verde e Alternativa Republicana. O Podemos se oferece para aceitar a presença de Maíllo e do Sumar.

Em 2022, as conversas tardias deixaram o Podemos legalmente de fora, concorrendo como independentes. O executivo do Podemos Andalucía aprovou a integração, com propostas de listas como Maíllo em Sevilha e Ernesto Alba em Málaga.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X focam nas negociações urgentes e prolongadas entre a IU/Por Andalucía e o Podemos para uma lista conjunta nas eleições andaluzas, com reuniões de mais de 10 horas em Sevilha que ainda não produziram detalhes públicos. Os sentimentos incluem reportagens neutras da mídia, ceticismo sobre oportunismo e 'desespero por cadeiras' por parte dos críticos, e apelos pela unidade da esquerda, apesar das divisões passadas.

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