A titular do Tribunal número 3 de Valência, Pepa Tarodo, ordenou o arquivamento parcial das acusações contra José Cataluña e Enrique Gimeno em um desdobramento do caso Azud. A decisão baseia-se no fato de que os supostos crimes de financiamento irregular de campanha teriam prescrito. O caso também foi arquivado para mais uma dezena de investigados.
Após sete anos de investigação, a juíza Pepa Tarodo ordenou o arquivamento das acusações contra o ex-tesoureiro do PSPV-PSOE, José Cataluña, e o empresário Enrique Gimeno. O Ministério Público informou que os supostos crimes, incluindo o financiamento irregular de campanhas eleitorais em 2007 e 2008, prescreveram nos termos do Código Penal.
A decisão também arquiva as acusações contra uma dezena de investigados, entre eles Juan José Moragues e José Antonio Marugán. A juíza aceitou o entendimento da promotoria de que a participação deles nos eventos não foi comprovada.
O caso Azud é parte de uma macroinvestigação sobre a concessão de contratos públicos entre 1999 e 2013, vinculada tanto ao PP quanto ao PSOE. Durante o inquérito, foram mencionados pagamentos feitos por empresas como a Gigante de Edificaciones e a Facsa para campanhas socialistas.