O Ministério Público solicitou a absolvição total de Begoña Gómez, Cristina Álvarez e Juan Carlos Barrabés no caso investigado pelo juiz Juan Carlos Peinado. Em suas conclusões, a promotoria afirma que nenhum crime foi cometido.
O promotor apresentou um documento de 26 páginas antes do julgamento, concluindo que nem Gómez nem seus associados receberam remuneração ou benefício da Cátedra de Transformação Social Competitiva na Universidad Complutense. Nenhuma pressão sobre empresas patrocinadoras, como Indra, Google ou Telefónica, foi detectada.
Juan Carlos Barrabés, para quem as acusações pedem seis anos de prisão, negou em entrevista qualquer relacionamento atual com Gómez ou Pedro Sánchez. Ele afirmou que sua participação na cátedra foi “inexistente” e que só conheceu a esposa do presidente em 2010, em um evento.
O Ministério Público também recorreu em 26 de junho contra as medidas cautelares do juiz Peinado. O órgão acusou o juiz de instrução de inventar “uma confabulação” ao comparar o caso a uma organização de tráfico de drogas para impedir que Gómez viajasse.