As acusações populares dobraram o pedido de prisão de David Sánchez Pérez-Castejón para seis anos no julgamento na Audiencia de Badajoz. O tribunal rejeitou as objeções da promotoria e das defesas quanto às alterações nas petições.
Na quinta-feira, as seis acusações, incluindo Partido Popular, Vox, Hazte Oír, Abogados Cristianos, Iustitia Europa e Liberum, modificaram suas petições e solicitaram dois anos de prisão para cada um dos três crimes de prevaricação com tráfico de influência. O Manos Limpias manteve seu pedido original de três anos. David Sánchez prestou depoimento por dez minutos e negou ter influenciado a contratação de seu amigo Luis María Carrero ou a mudança no nome de seu cargo na Diputación de Badajoz. Ele afirmou que a Oficina de Artes Escénicas era uma categoria administrativa e não um espaço físico. O tribunal aceitou os novos pedidos, decidindo que eles não alteravam substancialmente os fatos. A sessão foi encerrada até segunda-feira, às 9h30, para as alegações finais. A promotoria e as defesas solicitaram a absolvição de todos os réus.