Um juiz federal ordenou que o ex-oficial da CIA David Rush permaneça sob custódia aguardando julgamento, após as autoridades descobrirem barras de ouro avaliadas em cerca de US$ 40 milhões em sua residência.
O juiz magistrado dos EUA William Fitzpatrick decidiu na sexta-feira que Rush representa um sério risco de fuga e deve permanecer detido. A decisão seguiu uma busca do FBI em maio que revelou 303 barras de ouro, US$ 2 milhões em dinheiro e mais de 30 relógios de luxo, enquanto agentes investigavam se Rush havia mentido sobre seu histórico. Rush enfrenta apenas uma acusação até o momento, referente a cerca de US$ 70.000 em folhas de ponto fraudulentas. Os promotores afirmaram que grandes quantias permanecem sem explicação e descreveram Rush como um mestre manipulador que não merece confiança. A advogada de defesa Jessica Carmichael disse que todas as barras de ouro foram recuperadas e que Rush cooperou com os agentes fornecendo códigos de acesso. Ela argumentou que as alegações do governo são sensacionalistas e que Rush poderia ser monitorado em casa, em vez de mantido em confinamento solitário. O diretor do FBI, Kash Patel, o diretor da CIA, John Ratcliffe, e o procurador-geral interino, Todd Blanche, informaram os legisladores do 'Gang of 8' sobre o caso no início desta semana.