Um cidadão queniano compareceu ao tribunal enquanto o Diretor de Promotoria Pública avançava com o pedido de extradição para o Reino Unido pela morte de sua namorada em Londres, em 2025.
O Diretor de Promotoria Pública informou ao Tribunal de Milimani na sexta-feira que o Reino Unido havia solicitado a extradição do suspeito sob acordos de cooperação jurídica vigentes. A vice-secretária judicial Bosibori Nyangema endossou dois mandados de prisão emitidos pelo Tribunal de Westminster, abrindo caminho para os procedimentos conforme a lei queniana. O caso diz respeito à morte da banqueira Marianne Kilonzi, encontrada com um ferimento grave na cabeça em seu apartamento no sul de Londres em janeiro de 2025. As autoridades do Reino Unido acusaram o suspeito de homicídio, homicídio culposo, obstrução da justiça e fraude por falsa representação. Registros policiais mostram que o suspeito deixou a Grã-Bretanha logo após o incidente e viajou pela França, Uganda e Quênia. Ele foi preso na fronteira de Namanga em 10 de junho enquanto tentava entrar na Tanzânia e tem sido mantido sob custódia na Unidade de Polícia Antiterrorismo. O tribunal negou fiança, citando risco de fuga, e agendou a próxima audiência para segunda-feira, 29 de junho.