A Globo lançou a novela A Nobreza do Amor em festa na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, na noite de 9 de março de 2026. A produção, ambientada em um reino africano fictício, destaca representatividade com maioria de atores negros no elenco. Rita Batista e Lázaro Ramos compartilharam detalhes sobre seus papéis e trajetórias na entrevista à coluna Fábia Oliveira.
A festa de lançamento da novela A Nobreza do Amor ocorreu na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, reunindo o elenco e convidados para apresentar a nova trama das seis da Globo. A história se passa em um reino africano fictício, explorando disputas de poder, conflitos familiares, romance e ambição.
Rita Batista, que estreia como atriz após 22 anos como apresentadora, interpreta Ladisa, uma personagem forte que luta contra injustiças e os desmandos do rei Jendal. "Minha primeira novela, um presente. Ela é forte, não ri muito, é de pouco riso, mas luta contra as injustiças", disse Rita. Ela negou rumores de que deixou o programa É de Casa para dar espaço a Ticiane Pinheiro, afirmando que a saída se deve exclusivamente ao novo trabalho na dramaturgia. "Eu saí, mas não é para dar espaço. Eu saí para continuar no mesmo… Vocês querem me desempregar de qualquer jeito, mas eu sou funcionária", brincou. Rita elogiou a chegada de Ticiane à Globo, destacando sua performance no Domingão com Huck.
Lázaro Ramos vive Jendal, seu primeiro grande vilão na televisão. "Eu espero ser odiado, a função do personagem é essa", comentou o ator, que se prepara para reações do público, como um episódio no aeroporto onde uma senhora o chamou de "malvadão". Ele reagiu com bom humor a um vídeo viral do Carnaval, em que a cantora Iza beijou Taís Araújo, deixando-o no "vácuo". "Claro que não! Imagina, a Iza é nossa filha, é da família. Foi só a correria da folia mesmo", disse.
Ambos destacaram a representatividade da novela, com elenco majoritariamente negro. "O público vai se apaixonar porque a gente nunca mostrou esse lado do povo preto, esse lado nobre", afirmou Rita. Lázaro acrescentou que a produção realiza um sonho ao retratar a riqueza cultural africana com dignidade. Lázaro também mencionou a expectativa de acompanhar Wagner Moura ao Oscar 2026, dependendo da agenda de gravações.