Um homem armado abriu fogo contra turistas na Pirâmide da Lua, em Teotihuacán, no dia 20 de abril, matando uma mulher canadense e deixando outros seis feridos. O agressor fez reféns antes de tirar a própria vida, informaram as autoridades. O sítio arqueológico foi evacuado e fechado após o incidente.
O ataque ocorreu na segunda-feira, 20 de abril, na zona arqueológica de Teotihuacán, no Estado do México. Um homem vestindo jeans, camisa xadrez e máscara facial subiu na Pirâmide da Lua e disparou uma arma de fogo de curto alcance contra os visitantes, segundo testemunhas e autoridades. Laura Torres, uma turista de Taxco, Guerrero, descreveu ter ouvido detonações que inicialmente confundiu com fogos de artifício. "Vi o homem atirando do topo da pirâmide. Havia pessoas como reféns", disse ela à imprensa. Ela afirmou que o agressor libertou um refém e permitiu que outra pessoa ferida descesse até a metade do caminho. O Gabinete de Segurança confirmou que o homem tirou a própria vida após o tiroteio. Houve uma vítima fatal, uma mulher canadense, e seis feridos: quatro por disparos e dois por quedas, de nacionalidades canadense, colombiana e russa. Um permanece em estado crítico e foi levado de helicóptero; outros foram encaminhados para um hospital em Axapusco. Cristóbal Castañeda Camarillo, Secretário de Segurança do Estado do México, disse que "parece uma agressão direta, mas não podemos especular". O Exército Mexicano e a Guarda Nacional evacuaram o local, que agora está seguro. A presidente Claudia Sheinbaum ofereceu solidariedade às vítimas e entrou em contato com a embaixada canadense. "Instruí o Gabinete de Segurança a investigar minuciosamente esses fatos", publicou ela no X.