Marco Antonio Almanza, ex-chefe da Polícia Investigativa de Sinaloa, negou em um vídeo que tenha se entregado às autoridades americanas e confirmou que permanece em Culiacán.
Almanza divulgou uma breve gravação após relatos afirmarem que ele teria se entregado. No vídeo, ele disse ter sido alvo de difamação no dia anterior e pediu que a verdade fosse dita.
No dia 26 de maio, ele compareceu à Fiscalía General de la República. Lá, afirmou que não tinha motivos para se entregar aos Estados Unidos.
Almanza é acusado, juntamente com o governador licenciado Rubén Rocha Moya e outros ex-funcionários, de ligação com os Los Chapitos. As acusações incluem o recebimento de até 60 mil dólares mensais para permitir o trânsito de precursores químicos de fentanil.
Gerardo Mérida Sánchez, outro ex-funcionário acusado, entregou-se no dia 11 de maio no Arizona. Sua primeira audiência está marcada para 1º de junho.