Milhões de pessoas participaram de mais de 3.000 manifestações 'No Kings' pelos Estados Unidos no sábado, 28 de março — as maiores até agora no movimento de protesto contínuo contra o segundo mandato do presidente Trump, superando as ondas anteriores de junho de 2025 e outubro de 2025. Os manifestantes se opuseram à sua abordagem em relação à presidência, à guerra no Irã, ao tratamento dado aos imigrantes, ao aumento do custo de vida e às restrições ao voto. Um porta-voz da Casa Branca descartou os eventos como 'sessões de terapia para o transtorno de Trump'.
Manifestantes reuniram-se em milhares de locais em todo o país no sábado, de acordo com os organizadores, dando continuidade às ações nacionais anteriores do movimento 'No Kings', que atraíram milhões em junho e esperavam mais de 5 milhões em outubro, em meio a uma paralisação do governo. Os comícios concentraram-se na oposição ao presidente Donald Trump, com preocupações sobre sua condução autoritária da presidência, a guerra em curso no Irã, políticas imigratórias rígidas, o aumento do custo de vida e restrições ao voto. Mara Liasson, da NPR, observou que as multidões massivas sinalizam uma forte energia democrata antes das eleições de meio de mandato, destacada por recentes vitórias democratas na Flórida, perto do Mar-a-Lago de Trump.