O Secretário de Gabinete de Energia e Petróleo, Opiyo Wandayi, anunciou planos para estabelecer reservas de combustível de longo prazo para proteger o Quênia de choques no fornecimento. Ele fez as declarações após comparecer perante uma comissão parlamentar na segunda-feira, 13 de abril de 2026. O país atualmente não possui reservas formais e depende de importações contínuas.
O Secretário de Gabinete de Energia e Petróleo, Opiyo Wandayi, compareceu perante a Comissão Departamental de Energia da Assembleia Nacional em 13 de abril, admitindo que o Quênia não possui reservas de combustível estabelecidas. "Ainda não estabelecemos reservas de combustível. Estamos trabalhando em estreita colaboração com atores privados que desejam formar parcerias com o governo em armazenamento, mas, no momento, o país depende do combustível conforme ele chega", afirmou Wandayi. O anúncio ocorre em meio a uma escassez de combustível ligada ao conflito no Oriente Médio, com a Kenya Pipeline Corporation afirmando que as importações sustentam o país por no máximo 21 dias. Uma controvérsia recente envolveu 4,8 bilhões de KSh em combustível fora do padrão importado fora do acordo entre governos, levando a renúncias e prisões no setor de energia. Wandayi descartou os pedidos de renúncia devido ao caso, dizendo que não há justificativa para deixar o cargo e que as investigações o inocentarão. "No fim das contas, na análise final, claramente não há motivo que me impeça de cumprir minhas funções como Secretário de Gabinete." Os planos adotam um modelo de parceria público-privada sob a administração Kenya Kwanza do presidente William Ruto para reforçar a segurança energética.