Pablo Moyano denuncia o governo e ameaça cortar o fornecimento de bebidas

O líder dos caminhoneiros Pablo Moyano planeja uma conferência na terça-feira para criticar a reforma trabalhista de Javier Milei e pressionar a Coca-Cola e a Quilmes por causa de reivindicações salariais.

Pablo Moyano quebrará seu baixo perfil nesta terça-feira, às 9h30, na área do Congresso, recebendo líderes da Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes.

Ele denunciará o regulamento da reforma trabalhista, a deterioração social e as multas impostas ao sindicato ferroviário. Acompanhado por Julio Sosa, o líder sindical também alertou que os caminhoneiros exigirão pagamentos de assiduidade iguais para motoristas terceirizados.

Após reuniões fracassadas com a Coca-Cola e a Quilmes no final de maio, o sindicato iniciou uma operação padrão que reduz as cargas entregues de 20 a 50 por cento. Moyano declarou: "Eles continuam se fazendo de bobos e olhando para o outro lado".

A medida pode afetar a distribuição de bebidas e aumentar os preços nas lojas.

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