Reforma Trabalhista

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Argentine President Javier Milei negotiates labor reform with opposition senators in the Senate amid provincial fiscal warnings and Peronist alternatives.
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Governo busca apoio da oposição para reforma trabalhista no Senado

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O governo de Javier Milei pressiona pela aprovação de sua reforma trabalhista no Senado até o início de fevereiro, convocando líderes da oposição. Enquanto isso, o governador de Salta, Gustavo Sáenz, alerta para impactos fiscais nas províncias, e o peronismo apresenta um projeto alternativo sem posição unificada.

Uma frente sindical, incluindo ATE, UOM e outros sindicatos, anunciou marchas para 5 de fevereiro em Córdoba e 10 de fevereiro em Rosario para rejeitar a reforma trabalhista do governo. Embora sem o apoio orgânico da CGT, os grupos buscam pressionar governadores provinciais e alertar sobre greves futuras no Congresso. Rodolfo Aguiar, da ATE, afirmou que 'o governo tem que começar a se preocupar'.

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O chefe de Gabinete Manuel Adorni liderou a primeira reunião da mesa política oficialista do ano para elaborar uma estratégia que garanta a aprovação da reforma trabalhista no Congresso. O ministro do Interior, Diego Santilli, iniciará uma gira por províncias-chave como Salta, Neuquén e Entre Ríos para negociar compensações em meio à insatisfação com as mudanças no Imposto de Renda. Esse esforço visa atender às preocupações dos governadores, que condicionam o apoio a ajustes fiscais.

A senadora Carolina Losada rejeitou vazamentos sobre o projeto de reforma trabalhista discutido no Conselho Mayo. Ela assegurou que existe um pacto de confidencialidade e que nada está finalizado ainda. O rascunho vazado inclui nove pontos chave para flexibilizar o mercado de trabalho.

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A Associação Nacional de Empresários da Colômbia (Andi) expressou preocupações com a incerteza gerada pela discussão do Orçamento de 2026 e pela reforma tributária pendente. A implementação da reforma trabalhista elevou custos e dificultou contratações, enquanto a informalidade continua sendo um desafio chave para a competitividade. Uma pesquisa encontrou que 53% dos empresários dizem que a informalidade afeta suas operações.

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