O Pentágono dos EUA revelou uma nova plataforma de inteligência artificial construída sobre o modelo Gemini da Google. Este desenvolvimento equipa o exército com ferramentas avançadas de IA. Contudo, as reações são mistas, com alguns a expressarem inquietação quanto às suas implicações.
O Pentágono anunciou o lançamento da sua mais recente iniciativa de IA, centrada no modelo Gemini. Esta plataforma destina-se a integrar a inteligência artificial nas operações militares, proporcionando capacidades melhoradas às forças armadas dos EUA. Segundo relatos, este passo representa um avanço significativo na adoção de tecnologias de IA nas estratégias de defesa. O sistema baseado em Gemini baseia-se em modelos avançados de linguagem e raciocínio, embora as funcionalidades específicas permaneçam confidenciais nas divulgações iniciais. A resposta pública tem sido variada. Embora os defensores o vejam como uma evolução necessária na guerra moderna, os críticos receiam preocupações éticas, uso indevido potencial e o ritmo de integração da IA em áreas sensíveis. Não estavam disponíveis citações diretas de funcionários na cobertura inicial, mas o anúncio sublinha os esforços contínuos para aproveitar a IA comercial para a segurança nacional. Este lançamento ocorre no meio de discussões mais amplas sobre governação da IA e aplicações militares, destacando tensões entre inovação e supervisão.