O presidente Cyril Ramaphosa autorizou o retorno ao trabalho de Andrew Chauke, diretor do Ministério Público de Gauteng. O Inquérito Nkabinde não encontrou evidências que sustentassem as alegações contra ele.
O presidente Cyril Ramaphosa escreveu a Chauke em 21 de julho informando que aceitou as conclusões do painel. Ele afirmou que não havia base para concluir que Chauke estava inapto para o cargo.
O inquérito, presidido pela juíza aposentada Bess Nkabinde, examinou alegações de que Chauke teria interferido em casos envolvendo Richard Mdluli e a unidade de Cato Manor. Concluiu-se que não houve evidências críveis de conduta ilegal.
Ramaphosa suspendeu Chauke em julho de 2025 após a ex-chefe da NPA, Shamila Batohi, levantar preocupações. O painel iniciou as audiências em novembro de 2025 e entregou seu relatório este mês.
A Presidência afirmou em 22 de julho que as decisões de Chauke não foram irracionais. Acrescentou que a conclusão do caso permite que ele retome suas funções.