Os restos do famoso elefante do Quênia Craig, que morreu em 3 de janeiro de 2026 devido a uma torção intestinal provocada pela idade avançada, serão preservados nos Museus Nacionais do Quênia. O elefante era conhecido pelas suas presas gigantes que tocavam o chão, cada uma pesando mais de 45 quilos. Esta medida visa proteger o património da fauna para fins educativos e recreativos.
O elefante Craig, que residia no Parque Nacional de Amboseli, no condado de Kajiado, há mais de 50 anos, morreu em 3 de janeiro de 2026. Um exame post-mortem realizado por veterinários do Kenya Wildlife Service (KWS) na tarde de sábado confirmou que a morte resultou de uma torção no intestino grosso, atribuída à idade avançada e alterações na dieta.
Paul Wambi, diretor adjunto do Parque Nacional de Amboseli, afirmou: «Devido a fatores relacionados com a idade, o elefante morreu de uma torção no intestino grosso, condição agravada por mudanças na dieta.»
O KWS decidiu preservar os restos de Craig nos Museus Nacionais do Quênia, semelhante ao famoso elefante Tim, que morreu em 2020. Esta preservação servirá propósitos educativos, recreativos e inspiradores para as gerações futuras no âmbito da conservação da vida selvagem.
Segundo o KWS, esta ação está em conformidade com as leis de conservação, enfatizando que o valor de um animal é maior em vida do que após a morte. Craig era uma atração turística principal no ecossistema de Amboseli, e a sua morte provocou condolências de conservacionistas ambientais em todo o mundo.