Ripple expande stablecoin RLUSD para a Turquia por meio de plataformas locais

A Ripple anunciou que sua stablecoin pareada ao dólar, RLUSD, já está disponível para clientes institucionais na Turquia através de três plataformas de criptomoedas locais.

No dia 2 de junho, a Ripple informou que a implementação integra o RLUSD à BiLira, Bitexen e Bitlo. A medida visa usuários corporativos e institucionais em um mercado que registrou quase US$ 200 bilhões em transações anuais de cripto, de acordo com dados da Chainalysis citados pela empresa. O RLUSD cresceu para uma capitalização de mercado de US$ 1,7 bilhão desde seu lançamento no final de 2024. Executivos da Ripple posicionam o token para pagamentos, tokenização e gestão de garantias em meio ao endurecimento regulatório da Turquia, que teve início com as regras de licenciamento em julho de 2024. A Universidade Técnica de Istambul também se juntou à University Blockchain Research Initiative da Ripple. A parceria, financiada em RLUSD, estabelecerá um nó validador do XRP Ledger no campus e apoiará bolsas de pós-graduação e pesquisas em blockchain. Jack McDonald, vice-presidente sênior de stablecoins da Ripple, afirmou que o RLUSD serve como uma ponte para operações empresariais. Mustafa Alpay, CEO da Bitlo, observou que a integração oferece aos clientes uma opção regulamentada para dólares digitais.

Artigos relacionados

Photorealistic illustration of StablR stablecoin cyberattack with frozen tokens and hacker breach for news article.
Imagem gerada por IA

StablR suspende serviços de stablecoin após ataque cibernético

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A emissora europeia de stablecoins StablR congelou as operações de seus tokens USDR e EURR após um ataque cibernético que deixou os ativos com colateralização insuficiente.

A Ripple enfatizou que as instituições precisam de uma infraestrutura que suporte múltiplas stablecoins para pagamentos transfronteiriços à medida que os volumes aumentam. As transações globais de stablecoins atingiram US$ 33 trilhões em 2025, superando os volumes de cartões de crédito, segundo a empresa. Os pioneiros na adoção de plataformas flexíveis estão em vantagem diante das mudanças regulatórias.

Reportado por IA

O Banco Central do Brasil proibiu que provedores de serviços de câmbio eletrônico utilizem stablecoins e criptomoedas, como o Bitcoin, para a liquidação de remessas ao exterior. A nova regra, a Resolução BCB nº 561, entra em vigor em 1º de outubro. Investidores individuais ainda podem comprar, manter e negociar criptoativos por meio de provedores autorizados.

A Movement anunciou que garantiu acesso a sistemas de pagamento licenciados nos EUA, Canadá e União Europeia. O projeto de blockchain está mudando seu foco para pagamentos e remessas baseados em stablecoins.

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar