Assembleia de Rivers alega complô judicial para parar funções em meio a pressão por impeachment

Após os procedimentos de impeachment da semana passada contra o governador Siminalayi Fubara, a Assembleia Legislativa do Estado de Rivers acusou indivíduos não identificados de buscar ordens ex parte em tribunais fora de Port Harcourt para bloquear suas funções legislativas. Fubara pediu calma diante das tensões crescentes.

A mais recente declaração da Assembleia Legislativa do Estado de Rivers alega um esquema de certos indivíduos para obter ordens ex parte de altos tribunais além da Divisão Judicial de Port Harcourt. Essas ordens, se obtidas, impediriam a assembleia de cumprir seus deveres constitucionais, incluindo esforços em andamento como o procedimento de impeachment contra o governador Fubara iniciado em 8 de janeiro de 2026. Essa alegação surge em meio a disputas políticas persistentes no Estado de Rivers, alimentadas por rivalidades envolvendo Fubara e o ex-governador Nyesom Wike. A assembleia vê o suposto complô como uma tentativa de minar sua autonomia, ecoando acusações anteriores de que Fubara ameaça as instituições democráticas. O governador Fubara respondeu pedindo que todas as partes mantenham a calma para preservar a estabilidade da governança. Detalhes sobre os suspeitos ou tribunais visados não foram divulgados. O episódio destaca a crise que se aprofunda neste estado do delta do Níger na Nigéria, onde táticas legais têm repetidamente se intersectado com ações legislativas.

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