O presidente William Ruto refutou veementemente as alegações do ex-vice-presidente Rigathi Gachagua de que a Autoridade de Saúde Social (SHA) entrará em colapso dentro de seis meses, atribuindo tais afirmações à feitiçaria. Ruto defendeu o plano de seguro saúde, observando que 30 milhões de quenianos estão registrados e que o governo pagou 121 bilhões de xelins aos hospitais. Gachagua havia alertado sobre graves desafios financeiros que impactam os serviços de saúde.
O presidente William Ruto falou na quarta-feira na State House, em Nairóbi, durante uma reunião com membros de uma organização de desenvolvimento feminino. Ele rejeitou as declarações feitas por Gachagua em um culto religioso no condado de Kirinyaga. "Ouvi alguém dizer recentemente que tem informações de que a SHA entrará em colapso em seis meses. Investiguei de onde ele tirou isso e descobri que ele consultou herbalistas e bruxos", disse Ruto.
Ruto destacou os sucessos da SHA, afirmando que 30 milhões de quenianos já se registraram. O governo pagou aos hospitais 121 bilhões de xelins em um ano, o maior valor na história do Quênia. Ele acusou os críticos de fazerem política sem entender o esquema.
Gachagua alegou ter informações confiáveis de que a SHA enfrenta grandes problemas financeiros. Ele alertou que atrasos nos pagamentos levaram à escassez de medicamentos e equipamentos essenciais em hospitais, correndo o risco de uma grande crise de saúde.