Senadores correm para aprovar a Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais antes do recesso de agosto, com uma nova versão que aborda preocupações éticas e protege o Bitcoin sob autocustódia de certas reivindicações estaduais. O projeto funde versões dos Comitês de Bancos e de Agricultura e adiciona disposições sobre ativos dormentes. Um processo judicial reivindicando quase 3,8 milhões de Bitcoin aumenta a urgência do esforço.
O projeto mais recente inclui uma cláusula ética que exige que altos funcionários, incluindo o presidente Donald Trump, desinvistam ou coloquem negócios de criptoativos em um fundo cego dentro de um ano. Os democratas buscam medidas mais rígidas vinculadas aos ganhos de US$ 1,4 bilhão em criptoativos reportados por Trump, enquanto os republicanos e a Casa Branca apoiam o texto atual.
A Seção 20216 do projeto impediria que ativos digitais em autocustódia fossem considerados abandonados apenas devido à inatividade da carteira. Isso visa reivindicações sob leis estaduais de bens perdidos, como o Artigo 7-B de Nova York.
O autor Noah Doe e empresas associadas entraram com uma ação buscando o título de 39.069 endereços de Bitcoin dormentes, contendo cerca de 3,799 milhões de BTC, ou quase 18 por cento do total da oferta. A disposição deixa para que os tribunais avaliem outras evidências além da simples inatividade.
Uma moção para prosseguir pode ocorrer na segunda ou terça-feira, com votações de encerramento possíveis na semana de 3 de agosto, antes que o Senado entre em recesso em 7 de agosto. Participantes da indústria e funcionários do Senado de ambos os partidos expressaram apoio à aprovação.