Após confirmar, em 15 de abril, a eutanásia de 10.962 cães de rua durante sua gestão como prefeita de Tecámac, a senadora pelo Morena, Mariela Gutiérrez Escalante, relatou ameaças de ativistas dos direitos dos animais, incluindo vazamento de dados pessoais e mensagens intimidatórias. A presidente Claudia Sheinbaum defendeu as ações como legais, enquanto a procuradoria do Estado do México iniciou uma investigação por crueldade contra animais.
Após sua entrevista coletiva confirmando a eutanásia de 10.962 cães de rua em conformidade com a norma NOM-033 para lidar com a superpopulação, ataques e animais doentes — destacando também 60.000 a 80.000 adoções —, Gutiérrez atribuiu as ameaças a motivos políticos. "Se algo acontecer comigo, iremos atrás dos animalistas", alertou. A Fiscalía General de Justicia del Estado de México (FGJEM) iniciou uma investigação com base nos artigos 235 Bis e 235 Ter do código penal, que punem a crueldade contra animais com até seis anos de prisão, agravada para funcionários públicos. Em 16 de abril, a presidente Sheinbaum afirmou: "Ela não violou a lei porque foi feito sob uma norma", pedindo atualizações para priorizar o bem-estar. A ativista Zyanya Polastri, que deu início à questão com um vídeo, pediu a destituição de Gutiérrez.