Dramatic scene from Senegal's chaotic 1-0 AFCON final win over Morocco, featuring Pape Gueye's extra-time goal celebration amid penalty protest controversy.
Dramatic scene from Senegal's chaotic 1-0 AFCON final win over Morocco, featuring Pape Gueye's extra-time goal celebration amid penalty protest controversy.
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Senegal conquista título da AFCON na prorrogação em meio ao caos da final

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Senegal venceu o Marrocos por 1-0 na final da Taça das Nações Africanas a 18 de janeiro de 2026, graças ao golo impressionante de Pape Gueye no tempo extra. O jogo em Rabat descambou em controvérsia quando os jogadores senegaleses protestaram contra um penalti tardio atribuído aos anfitriões, abandonando o relvado e atrasando o jogo por mais de 20 minutos. Brahim Díaz falhou a grande penalidade, permitindo ao Senegal reagir para o segundo triunfo na AFCON em cinco anos.

A final da Taça das Nações Africanas 2025 entre os anfitriões Marrocos e Senegal desenrolou-se em Rabat com drama intenso do início ao fim. A primeira parte teve poucas oportunidades claras, com Pape Gueye do Senegal a forçar uma defesa de Yassine Bounou cedo, enquanto Ayoub El Kaabi do Marrocos falhou um remate ao ferro. O intervalo chegou com 0-0, com ambas as equipas a sondarem sem desbloquear. A tensão escalou nos minutos finais do tempo regulamentar. Ismaila Sarr pensou ter marcado para o Senegal no tempo de compensação, mas o golo foi anulado por falta de Idrissa Gueye sobre Achraf Hakimi. Momentos depois, no oitavo minuto de descontos, o árbitro Jean-Jacques Ngambo Ndala marcou grande penalidade para o Marrocos após revisão VAR que considerou falta de El Hadji Malick Diouf sobre Brahim Díaz num canto. Furioso, o treinador senegalês Pape Thiaw ordenou aos jogadores abandonar o campo em protesto, com o guarda-redes Edouard Mendy a dirigir-se inicialmente ao balneário. O capitão Sadio Mané exortou a equipa a regressar, e após mais de 20 minutos de caos – incluindo relatos de adeptos senegaleses a atirar cadeiras – o jogo recomeçou por volta do 112.º minuto. A tentativa de Panenka de Díaz foi defendida por Mendy, e o tempo regulamentar terminou 0-0. Cedo no tempo extra, Gueye avançou e desferiu um remate brilhante para o ângulo superior, dando vantagem ao Senegal. Nayef Aguerd do Marrocos acertou na madeira, e o Senegal falhou um golo feito por Cherif Ndiaye, mas os Leões de Teranga seguraram a vitória. O triunfo marcou o segundo título AFCON do Senegal desde 2022. Díaz, apesar do falhanço, recebeu o prémio de melhor marcador das mãos do presidente da FIFA Gianni Infantino.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X centram-se na final caótica da AFCON, com jogadores senegaleses a abandonarem o campo em protesto contra um penalti controverso tardio atribuído ao anfitrião Marrocos após o seu próprio golo ser anulado. Opiniões dividem-se: muitos justificam o protesto citando viés arbitral e artes negras marroquinas, enquanto outros criticam como disruptivo e falta de desportivismo. A liderança de Sadio Mané ao chamar a equipa de volta, o Panenka falhado de Brahim Díaz e o golo no tempo extra de Pape Gueye são elogiados como karma futebolístico e drama máximo. Resumos neutros destacam as cenas inéditas em Rabat.

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