Seis membros do Tren de Aragua detidos na CDMX

As autoridades mexicanas detiveram seis membros do grupo criminoso Tren de Aragua na Cidade do México, incluindo a líder Lesli Valeri Flores Arrieta. A operação ocorreu na alcaldia Venustiano Carranza, com apreensão de drogas, armas e evidências de extorsão. Omar García Harfuch anunciou as detenções nas redes sociais.

Em 13 de janeiro de 2026, elementos da Secretaria de Segurança e Proteção Cidadã, da Guarda Nacional e da Fiscalía General da República capturaram seis membros do Tren de Aragua na Colonia Valle Gómez, alcaldia Venustiano Carranza, Cidade do México. Entre os detidos está Lesli Valeri Flores Arrieta, de 40 anos, alias 'Lesli', que atuava como líder da célula local. Segundo as autoridades, ela cobrava taxas de piso a vítimas de tráfico humano, especificamente trabalhadoras sexuais, e mantinha um registro de extorsão em um caderno apreendido. Ela também atuava como negociadora com a La Unión Tepito, outro grupo criminoso. Os outros detidos são parentes e colaboradores de Lesli: Jorge Donovan Romero Flores, Giancarlo Romero Flores, Valeria Pineda Arredondo e Diana Paola Ortega Pérez, que participavam da distribuição de narcóticos, extorsão e cobrança de piso em várias alcaldias. Bryan Betancourt Olivera, capturado em Iztapalapa, era o operador financeiro; ele fornecia imóveis para abrigar vítimas venezuelanas e membros do grupo, e possuía mandado de prisão por tráfico humano agravado e crime organizado. Ele lavava dinheiro por meio de contas bancárias. Durante a operação, coordenada com inteligência da Secretaria de Defesa Nacional e da Secretaria de Segurança Cidadã, as autoridades apreenderam doses de metanfetamina e maconha, celulares, uma arma de fogo curta, dinheiro em espécie, equipamentos de informática e o referido caderno com nomes ligados a cobranças de piso em áreas da cidade. O Tren de Aragua, originário de uma prisão venezuelana há mais de 10 anos, dedica-se ao tráfico humano, exploração sexual, narcotráfico, extorsão, sequestros e homicídios. Ele se expandiu para o México e outros países, e foi designado organização terrorista pelo governo dos EUA durante a administração de Donald Trump. Esta detenção soma-se à captura, em outubro de 2025, de Nelson Arturo Echezuria Alcántara, principal operador no México, por crimes semelhantes.

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