ICE detém empresário mexicano Carlos Valenzuela em Houston

O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) deteve o empresário mexicano Carlos Federico Valenzuela Cadena em 16 de janeiro em Houston, Texas. O homem de 63 anos enfrenta acusações no México por fraude, extorsão e crime organizado ligados a fraudes imobiliárias em Nayarit. Ele será extraditado para enfrentar a justiça mexicana.

Carlos Federico Valenzuela Cadena, um empresário de 63 anos de Compostela, Nayarit, foi preso por agentes do ICE em 16 de janeiro em Houston, Texas. De acordo com o comunicado oficial da agência norte-americana, Valenzuela estava em território americano sem status imigratório legal e havia tentado evadir as autoridades mexicanas que o procuravam por crimes graves. Os crimes contra ele incluem envolvimento em crime organizado, fraude e extorsão, decorrentes de supostos esquemas de fraude imobiliária e desapropriação de terras no município de Bahía de Banderas, uma área turística de alto valor em Nayarit. Valenzuela atuou como presidente e fundador da Dynamica Desarrollos Sustentables, S.A. de C.V., uma empresa focada em projetos imobiliários na região. Investigações apontam para negociações financeiras irregulares e possíveis ligações com redes criminosas que lhe permitiram fugir da justiça por anos. Em 28 de julho de 2025, a Procuradoria Geral do Estado de Nayarit realizou a apreensão cautelar de várias propriedades em Bahía de Banderas após uma denúncia contra a construtora. Isso fazia parte de um mandado de prisão ativo contra Valenzuela. O ICE destacou em seu anúncio que, sob a administração do presidente Donald Trump, os Estados Unidos não servem de refúgio para foragidos. “Nós o entregaremos às autoridades mexicanas para que ele responda por seus supostos crimes. Sob a presidência de Trump, os Estados Unidos não são mais um refúgio seguro para imigrantes criminosos ilegais”, afirmou a agência em suas redes sociais. Esta detenção destaca a cooperação entre agências dos dois países no combate ao crime transfronteiriço, embora as investigações continuem para esclarecer a extensão das operações fraudulentas.

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