Fumaça em centro de controle aéreo paralisa voos em São Paulo

Uma suspeita de incêndio no prédio do Decea, em Congonhas, provocou a evacuação do APP-SP na manhã desta quinta-feira (9), interrompendo operações nos principais aeroportos de São Paulo e afetando cerca de 8 mil passageiros. As atividades foram restabelecidas após precaução, sem feridos ou danos a equipamentos. O presidente da Anac, Tiago Faierstein, confirmou que se tratou de fumaça, levando à evacuação preventiva.

O Centro de Controle de Aproximação de São Paulo (APP-SP), localizado no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, dentro do Aeroporto de Congonhas, foi evacuado na manhã de 9 de abril devido a fumaça em uma área do prédio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Força Aérea Brasileira (FAB). O APP-SP gerencia a transição de voos nos aeroportos de Guarulhos, Congonhas, Campinas e São José dos Campos, organizando a 'fila' de aeronaves, como explicou o engenheiro aeronáutico Adalberto Febeliano.

"Não houve nenhuma pane, isso não é verdade. O que ocorreu é que apareceu uma fumaça em uma área do prédio do Decea e, por precaução [...], os funcionários foram orientados pelo Decea a deixar o prédio", afirmou Tiago Faierstein, presidente da Anac. O Decea informou em nota que houve "interrupção temporária das operações aéreas devido a um problema técnico operacional", mas as aeronaves foram sequenciadas com segurança e as atividades restabelecidas.

Cerca de 8 mil passageiros foram impactados, com relatos de esperas prolongadas dentro de aeronaves e cancelamentos. Um casal de recém-casados, Tony Araújo Facundes Junior e Ana Marina Felício Facundes, ficou mais de duas horas no avião em Guarulhos antes do cancelamento de seu voo para Rio Branco, chegando apenas no sábado. Outros passageiros, como Fábio Andres Patino e Jucilene Amaral, enfrentaram atrasos semelhantes. Companhias como GOL, Azul e Latam oferecem reacomodação e assistência.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, mencionou um princípio de vazamento de gás. A Anac estuda estender o horário de Congonhas para mitigar os efeitos.

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