A SpaceX planeja lançar sua oferta pública inicial na Nasdaq na sexta-feira, com ações precificadas a US$ 135 cada. Espera-se que a oferta arrecade US$ 75 bilhões e avalie a empresa em cerca de US$ 1,75 trilhão.
O IPO marcaria o maior da história em termos de recursos levantados, superando a estreia da Saudi Aramco em 2019. A SpaceX engloba suas operações de foguetes, o serviço de internet via satélite Starlink, a unidade xAI adquirida em fevereiro de 2026 e a plataforma de mídia social X.
Investidores de varejo fizeram pedidos superiores a US$ 100 bilhões, deixando a oferta com uma demanda de três a quatro vezes acima da disponível. O Goldman Sachs projeta que a receita da empresa em IA aumente de US$ 3,2 bilhões em 2025 para US$ 322 bilhões até 2030.
A Starlink gerou US$ 4,42 bilhões em receita no ano passado e permanece como o único segmento lucrativo. Analistas da Morningstar avaliam o negócio como um todo em US$ 780 bilhões, citando preocupações com limites de crescimento e concorrência em IA.
Elon Musk manteria o controle por meio da estrutura da empresa. As ações devem começar a ser negociadas pelo preço estipulado, com a reação do mercado prevista para ocorrer na sequência.