Arturo Squella, presidente do Partido Republicano, defendeu o almoço oferecido pelo presidente José Antonio Kast para ex-colegas de classe no Palácio de La Moneda, afirmando que foi financiado com recursos próprios do presidente. Ele acusou a oposição de levantar alertas infundados e causar gastos desnecessários ao Estado ao solicitar fiscalização à Controladoria-Geral. O órgão deu à Presidência 10 dias úteis para responder.
Ao chegar ao conclave oficial em Cerro Castillo, liderado pelo presidente José Antonio Kast, Arturo Squella comentou a solicitação da Controladoria-Geral. O pedido surgiu de uma demanda de legisladores do Partido Socialista para auditar o evento, que contou com um cardápio oficial e funcionários institucionais durante o horário de trabalho.
Squella descreveu os alertas da oposição como "totalmente injustificados". "Tenho visto em alguns meios de comunicação a preocupação de opositores do governo, que em alguns casos realizaram um trabalho de fiscalização adequado e, em outros, a meu ver, levantaram alertas que são totalmente injustificados", declarou.
O líder republicano enfatizou que "aquele almoço foi financiado com recursos próprios do presidente". Ele argumentou ainda que os pedidos à Controladoria geram mais despesas para o Estado do que o custo do evento, que, segundo ele, teve "custo zero para os cofres públicos".