No caso em andamento de atropelamento e fuga em Iztapalapa que matou o motociclista Roberto Hernández em 3 de janeiro, a suspeita Gaby 'N' teria retornado para casa após o acidente, recolhido documentos e instruído sua família a negar qualquer conhecimento sobre ela à polícia. O veículo foi abandonado em Nezahualcóyotl; as autoridades continuam rastreando-a por câmeras.
Após o acidente fatal de 3 de janeiro em Iztapalapa — onde o entregador da Lala de 52 anos, Roberto Hernández, foi atingido por trás e arrastado por mais de um quilômetro por um Honda City azul antes de morrer no local —, a principal suspeita, identificada como Gaby 'N' ou Gaby Gómez, tomou medidas evasivas.
De acordo com o jornalista Carlos Jiménez no C4 en Alerta, a mulher dirigiu o veículo danificado para casa após o incidente, recolheu documentos pessoais, a carta de circulação e outros itens, e depois instigou sua família a alegar ignorância caso fosse questionada pela polícia. A família inicialmente negou saber do paradeiro dela, mas depois confirmou sua visita às autoridades da Cidade do México.
O carro foi encontrado abandonado em 5 de janeiro em Nezahualcóyotl, Estado do México, sem placas e com tentativa de remoção de adesivos. A suspeita possui uma motocicleta do mesmo modelo da vítima e outro veículo. Extraoficialmente, ela tem 43 anos, trabalhou no ISSSTE e na UNAM, e possui diplomas em Enfermagem Obstétrica e Administração Hospitalar.
Os promotores estão analisando imagens de segurança para localizá-la; ela continua foragida. O caso, que provocou protestos de motociclistas, continua a alimentar a indignação pública com atropelamentos e fugas.